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[Atualizado] O consumidor politicamente otário

Finalmente... mais de um mês depois da compra, minhas camisas chegaram. Eu nunca tinha visto um tecido feito de PET. A primeira impressão foi que as “camisas de plástico” eram iguais às feitas de 100% algodão. Mas quando usei outro sentido percebi que não. A textura do tecido misto é bem diferente do algodão, as camisas são mais elásticas. Achei também que elas esquentam mais. Elas tem um bom acabamento. Parecem ser bem feitas. As camisas vem em sacolinhas, feitas com o mesmo tecido. Ganhei também uma ecobag. Bem bonita. Será que foi pelo atraso? Isso ainda não sei, já que ninguém respondeu meus e-mails :D Recomendo a todos as camisas ecológicas. Mas procurem uma empresa um pouco mais responsável para comprarem as suas. Quase todo mundo sabe que eu sou um ativista ecológico, um eco-chato como alguns gostam de dizer. Estou trabalhando também meu lado de consumidor, criando uma consciência sobre como o meu consumo afeta o mundo e as pessoas. Uma real consciência da cadeia produtiva, sabe...

eu curti.

Eu acho muito divertido intervenções urbanas como os Stikers. Muitas vezes um simples papel colado no muro pode transformar totalmente a mensagem original. Esse tipo de arte é bem característico dos centros urbanos, é uma forma lúdica, principalmente, dos jovens expressarem seus pensamentos e criatividade. Há quem diga que isso nunca possa ser chamado de arte, que isso não passa de um vandalismo simples e puro. Essa discussão é antiga e sempre polêmica, e não vai ser eu que vou dar fim nela, em um post de 20 linhas. Eu só quero mostrar a minha admiração à criatividade de muitos jovens que conseguem se expressar muito bem com um pedacinho de papel rabiscado no caderno, enquanto, muitas vezes, eu passo horas diante de um raf e não consigo ter metade da criatividade deles. Os stikers são, na maioria, simples, criativos e inteligentes. Quem faz esse tipo de intervenção, geralmente, usa a publicidade e o mobiliário urbano para ironizar a própria sociedade. Os stikers são simples, geralmente...

Kazera - Zé Pequeno

Kazera - Troll Legacy

FUUUUUUU!!!

Kazera - Coffee Break

Software: Illustrator Ilustra: Sâmile

Utilidade Pública

Pegar ônibus é sempre complicado. Além da qualidade dos veículos os itinerários são sempre difíceis de decorar. Qual ônibus passa em qual rua? de onde esse vem? pra onde aquele vai? são dúvidas que sempre afligem os usuários do transporte público. Eu consegui o itinerário de todas as linhas de ônibus de Belém e compartilho aqui. Lembrando que alterações podem ocorrer em tais itinerários. Baixe aqui o Arquivo em PDF

ei! eu quero rir também!

Meus amigos sabem que eu não gosto de filmes de comédia. Principalmente se o elenco for formado por um certo grupo de atores. Não gosto mesmo, chego a me aborrecer se ouço alguém elogiar Ben Stiller, Adam Sandler, Jack Black ou qualquer outro desses atores, que parecem ser sempre a mesma pessoa com a mesma falta de criatividade pra me fazer rir. Mas nem sempre fui assim, na verdade nem sempre a comédia foi assim. Quando criança, lá nos anos 80, e até metade da minha adolescência, as comédias me faziam rir e não ferver de raiva. Mas, em algum momento da história cômica os roteiristas e diretores desaprenderam a fazer filmes engraçados. Eu tenho uma teoria: quem acabou com a comédia foi um lutador de artes marciais. É, pode parecer estranho, mas, pra mim, quem acabou com a boa comédia foi o chinês Jackie Chan. Calma, eu explico. Quando Jackie Chan começou a fazer seus filmes em Hollywood, criou um novo formato de comédia, aquele baseado muito mais na forma do que no conteúdo. Antes, os r...