Nas últimas décadas, o design passou por uma transformação importante. A partir das críticas pós-modernas ao funcionalismo rígido do design moderno, ampliamos nossa compreensão sobre o que pode ser considerado design e sobre quais imaginários merecem representação. Esse movimento permitiu que manifestações visuais antes marginalizadas passassem a ocupar espaço de destaque. O design vernacular, o design étnico, o design periférico e inúmeras outras expressões culturais deixaram de ser vistos como desvios da norma para serem reconhecidos como formas legítimas de produção estética. Foi um ganho enorme. Não apenas para o design, mas para a representação cultural de diferentes povos e territórios. Nas últimas décadas, vimos crescer a valorização do regional, do local e do pertencimento. O design passou a dialogar com identidades específicas, tornando-se também um instrumento de afirmação cultural e política. Mas a popularização das IAs generativas trouxe uma nova questão para es...
Que milagre aparecer por aqui. Não quer entrar para tomar um xícara de café... e falar sobre um monte de coisa boa?