Estou desatualizado do resto do mundo, mas aqui no Brasil a publicidade parece atravessar uma crise criativa. Puxe pela memória a última campanha que marcou você por um jingle memorável, uma redação brilhante, um mote poderoso ou simplesmente um trocadilho daqueles que grudam na cabeça. Dou 30 segundos. Difícil, não é? E antes que alguém culpe a IA generativa, não, ela não é responsável por essa crise. Talvez tenha participação em uma crise estética, mas essa é uma conversa para outro texto. O que parece estar cada vez mais raro é o conceito publicitário bem construído. A ideia capaz de despertar emoções, criar associações, gerar lembrança e construir valor para uma marca. Um texto (escrito ou imagético) que não apenas apareça diante do consumidor, mas que permaneça com ele. Parte dessa percepção talvez venha de uma mudança na própria lógica do mercado. A máxima de que o sucesso de uma campanha depende mais do plano de mídia do que da criação acabou se consolidando como verdade op...
Que milagre aparecer por aqui. Não quer entrar para tomar um xícara de café... e falar sobre um monte de coisa boa?